Estudos de movimentação e armazenagem tornam-se, cada vez mais, decisivos para o sucesso da logística das indústrias

Publicado em
06 de Agosto de 2014
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O processo de ampliação das linhas de produção das indústrias para aumento da eficiência provocou um movimento de redução das áreas de armazenagem nas fábricas. Essa realidade melhorou a performance produtiva porém gerou um enorme nó logístico nas áreas internas dentro dos armazéns.

“Para equacionar essa situação, o caminho mais indicado é a realização de um estudo de movimentação e armazenagem. Com isso, as indústrias conseguem adequar melhor suas áreas de apoio e dar ao estoque o espaço necessário para não frear o crescimento dos negócios”, ressalta Frederico Parsia, gerente comercial da Abrange Logística.

A Abrange é especialista em soluções logísticas sob medida e criou uma unidade de serviços especializada em soluções para armazenagens gerais dentro das indústrias, também conhecidas como Intralogística. “Mesmo sendo um item de rotina em qualquer planejamento de supply chain, a análise logística minuciosa gera muitos benefícios para as empresas. O seu efeito é direto e imediato. Com o estudo realizado pela Abrange, mesmo com espaço menor para armazenagem é possível ampliar a capacidade das operações, evitando impacto negativo nas operações”, explica Parsia.

É recomendo a realização de serviços de intralogística por empresas especializadas, para evitar erros primários, como não encontrar produtos no estoque. Se isso ocorre, a mercadoria obviamente não é entregue ao cliente final, o que faz com que a fábrica tenha de produzi-la novamente. Está aí um prejuízo duplo: financeiro e de mão-de-obra por causa do retrabalho.

Segundo Parcia, os problemas de intalogística ocorrem mais frequentemente do que se imagina. Ele cita casos em que o planejamento de produção feito pela fábrica superestima a demanda, o que sobrecarrega as unidades de armazenamento, contribuindo para o excesso de materiais e produtos em estoque. “É preciso levar em conta esses desvios no estudo de movimentação de cargas, pois imprevistos – como o cancelamento de um pedido que já entrou em produção – são muito comuns”, avalia.

Vale lembrar que muitos fatores que fogem ao controle do operador logístico podem afetar a operação de uma unidade fabril. Em um centro de distribuição que abastece uma fábrica, por exemplo, quem planeja as compras é o próprio cliente, ou seja, qualquer subdimensionamento ou superdimensionamento por parte do planejamento de produção impactará a armazenagem. Com um estudo de movimentação bem feito esses impactos são reduzidos.

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